ŧєиŧє єsqυє¢єя мє

σ ρяιмєιяσ нυмαησ qυє χιηgσυ α ѕєυ ιηιмιgσ єм νєz ∂є αтιяαя-ℓнє υмα ρє∂яα ƒσι σ ƒυη∂α∂σя ∂α ¢ινιℓιzαçãσ.
( ѕιgмυη∂ ƒяєυ∂ )


ŧєиŧє єsqυє¢єя мє

Tenta esquecer-me… Ser lembrado é como evocar


Um fantasma… Deixa-me ser o que sou,


O que sempre fui, um rio que vai fluindo…


Em vão, em minhas margens cantarão as horas,


Me recamarei de estrelas como um manto real,


Me bordarei de nuvens e de asas,


Às vezes virão a mim as crianças banhar-se…


Um espelho não guarda as coisas refletidas!


E o meu destino é seguir… é seguir para o Mar,


As imagens perdendo no caminho…


Deixa-me fluir, passar, cantar…


Toda a tristeza dos rios


É não poder parar!

(мáяισ qυιηтαηα)

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